É um ciclo perigoso esse de conhecer um novo alguém. A gente se encanta, se identifica e gosta, fácil assim mesmo, de graça. Mas é perigoso, é como estar diante de um penhasco, e a única saída seria pular, mas você não sabe o que vai encontrar lá embaixo, mas mesmo assim se arrisca e espera pelas conseqüências, que pode ser uma coisa muito boa, duradoura, ou talvez não. E começa uma história, conversas intermináveis, fotos, brincadeiras, sorrisos, e aquela imensidão de coisas boas que duas pessoas que se gostam muito fazem. Então de repente o destino te dá um tapa na cara e lhe arranca aquilo que você escolheu com tanto cuidado, aquela pessoa que você ama. Certo, foi a conseqüência, temos que aceitar. A parte mais difícil, é quando chega a hora de dizer adeus, despedidas são o fim, literalmente. E o que fica são as lembranças, tudo fazendo lembrar, os telefones e endereços que continuam na agenda, assim como o rosto e os momentos que permanecem gravados na memória.
É um ciclo perigoso esse de conhecer um novo alguém. A gente se encanta, se identifica e gosta, fácil assim mesmo, de graça. Mas é perigoso, é como estar diante de um penhasco, e a única saída seria pular, mas você não sabe o que vai encontrar lá embaixo, mas mesmo assim se arrisca e espera pelas conseqüências, que pode ser uma coisa muito boa, duradoura, ou talvez não. E começa uma história, conversas intermináveis, fotos, brincadeiras, sorrisos, e aquela imensidão de coisas boas que duas pessoas que se gostam muito fazem. Então de repente o destino te dá um tapa na cara e lhe arranca aquilo que você escolheu com tanto cuidado, aquela pessoa que você ama. Certo, foi a conseqüência, temos que aceitar. A parte mais difícil, é quando chega a hora de dizer adeus, despedidas são o fim, literalmente. E o que fica são as lembranças, tudo fazendo lembrar, os telefones e endereços que continuam na agenda, assim como o rosto e os momentos que permanecem gravados na memória.